Kit Left Revolution da Pollyshop!

31 de May de 2009 at 5:58 pm | Posted in inutilidades | Leave a comment

Indicado por um amigo esquerdista…

Lula presidente do Banco Mundial???

31 de May de 2009 at 5:50 pm | Posted in inutilidades | Leave a comment

Acabei de abrir a Exame e me deparar com essa notícia, que, aliás, já é velha… Mas, sinceramente, o mundo está ficando muito sem critério. Até para Banco Mundial.

PEC da (re)reeileção é protocolada hoje!

28 de May de 2009 at 7:44 pm | Posted in Política | 1 Comment

Enquanto se discute o mais novo “escândalo do senado”, aka o auxílio-moradia do Sarney, algo muito muito mais interessante está acontecendo hoje na Câmara, e passa despercebido.Trata-se do projeto de emenda à constituição que autoriza a segunda reeleição.  Confira aqui.

Casa popular:

28 de May de 2009 at 3:30 am | Posted in campanhas | Leave a comment

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A carroça:

28 de May de 2009 at 3:06 am | Posted in campanhas | Leave a comment

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A Feira:

28 de May de 2009 at 2:32 am | Posted in campanhas | Leave a comment

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Dia da Liberdade dos Impostos

27 de May de 2009 at 8:28 pm | Posted in campanhas | 2 Comments

Nesta segunda-feira, dia 25, comemoramos por aqui nossa cópia do Tax Freedom Day. Apesar da nobreza da causa, sinto que talvez não estejamos passando a mensagem certa.

Pela manhã, distribuindo panfletos para os carros na Avenida Brasil, percebi que as pessoas não estão tão incomodadas por pagar impostos altíssimos – estão incomodadas por não receberem um serviço adequado – Ou seja, para elas, não há nada de mau com os tributos – o mau é que, por mais que paguem, os serviços públicos continuam ruins – “O governo tem que melhorar os serviços ! – diziam. E o assunto parava por aí.

Não sei, talvez os brasileiros sejam meio lentinhos. Da próxima, vamos tentar o seguinte:

- A carga tributária era de 23% do PIB 18 anos atrás e os serviços públicos eram ruins.

- Hoje, a carga é de 40%, e os serviços continuam ruins.

- Quão mais você está disposto a dar para ver se o governo consegue melhorar seu desempenho?

Decepção!

18 de May de 2009 at 5:38 pm | Posted in legislação | Leave a comment

cigarro

Is David Guetta a Libertarian?

15 de May de 2009 at 1:33 am | Posted in inutilidades | Leave a comment

From the inalienability of self-ownership to the inconsistency of music property rights, everything is there…!

David-Guetta

I may be wrong, I may be right
I may never see the light
But you can never take away my freedom

Can take everything I own
You can have and sing my song
You can never take away my freedom

Freedom, freedom, freedom, freedom…

incentivos fiscais e inveja

13 de May de 2009 at 7:55 pm | Posted in escola austríaca | 5 Comments

Ontem, durante a palestra do Hélio Beltrão no iee capítulo BH, o presidente João Antunes questionou se isenções fiscais (como a do IPI) não constituem também uma forma de “janela quebrada” na acepção de Bastiat, isso é, se o que é dado de incentivo em um lado não restringe ou distorce outros cursos de ações que seriam possíveis sem a intervenção. Hélio respondeu que todo movimento na direção de diminuir impostos apenas quer dizer “menos roubo”, e que questionar a isenção dada a setores é uma questão de inveja.

Não obstante, permitam-me discordar do Hélio neste ponto. É certo que imposto é roubo. É certo que reduzir ou eliminar impostos é bom. Mas uma política de incentivos fiscais nunca é neutra – afinal de contas, como o próprio nome já esclarece, é uma política! Como tal, ela se presta a gerar incentivos – distorções- nos preços relativos, e dirigir os agentes econômicos a adotar uma ou outra postura, lançando novos dados no mercado.

No caso dos carros, a vontade governamental é incentivar o consumo para manter os empregos e os lucros do setor automobilísitco. Ou seja: reduzindo os impostos para este nicho específico, o governo cria um incentivo real (assim como o menino que quebra a vidraça gera um incentivo real para a compra de uma nova) para que as pessoas consumam carros em detrimento de outros bens, ou mesmo em detrimento da poupança.

Assim, o questionamento da não-neutralidade não é inveja. Isso porque as políticas de insenção fiscal não são benesses. São distorções. Enquanto todos os setores se veem obrigados a repassar aos consumidores os elevadíssimos impostos a ques estão sujeitos, alguns poucos, por conveniência do planejador governamental, podem se dar ao luxo de não fazê-lo. E uma vez que a decisão do consumidor pode ser influenciada por esta alteração política externa, também as decisões do produtor vão ser modificadas mais adiante. Uma indústria inteira poderá tomar decisões de investimentos a partir de dados essencialmente políticos.

Tudo o mais constante, se a política for ad eternum, provavelmente aquela indústria terá tomado uma decisão inteligente. Se não for o caso, ocorrem os malinvestments. Mas é para que as políticas fiscais discriminatórias sejam ad eternum que existem os lobbies. E os outros que morram de inveja!

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